20 junho 2013
Beleza Revelada Cap.37
Ela suspirou, tinha que se livrar da influência que Arthur exercia sobre ela e pensar em outrs coisa como por exemplo Sophia, a amiga logo aceitara o convite para visita-la esta noite, e isso era algo em que Lua podia pensar, elas teriam a casa só para elas, sem a presença exigente e notável de Arthur, e talvez pudesse engolir o orgulho e conidenciar à amiga a dificuldade pela qual passava e implorar por um conselho de qual seria a melhor solução de superar aquela paixaão ridícula por que era isso certo?
E lá estava ela novamente pensando nele quando estivera tão determinada a não faze-lo! Os ombros ficaram rígidos diante do esorço dela para eliminar todos pensamentos relativos a Arthur, Lua subiu as escadas, indo para o próprio quarto, trocou de roupa, colocando novas calças leggings preta com estampa de flores e uma camiseta da mesma cor, que a tornava mais atraente, depois saiu para comprar uma garrafa de vinho branco predileto da amiga, Lua estava decidida a terminar a lamentável fixação que tinha por aquele homem, se não fizesse isso essa paixonite poderia transformar-se em algo muito mais perigoso e intenso como apaixonar-se perdidamente pelo patrão e se isso acontecesse ela teria que que abandonar o emprego e nunca encontraria outro emprego que pagasse tão bem
A medida que o táxi avançava, desviando-se do trânsito do meio da noite, a dor de cabeça de Arthur começou como se um milhão de martelos a golpeassem, resmugando desesperado ele desabotoou a parte de cima da camisa e afroxou a gravata, estava muito quente, a noite tinha sido total perda de tempo
Jake mantivera o jeito calmo usual, Janice era animada e divertida e a mulher que ansiava por ser apresentado, era uma morena alta, elegante, com olhos dourados sensuais, um vestido dourado que realçava o corpo perfeito e esbelto e com o poder de puxar saco e lisonjear o ego
Só que Arthur não precisava ter o ego lisonjeado, e o olhar dela convindando-o para ir para cama deixou-o frio e nervoso, derrepente esse tipo de apelo sexual o aborreceu, não tinha a menor vontade em aventurar-se em outro romance, sempre duravam pouco, porque se entediava com facilidade, a idéia era repugnante, jamais devia ter concordado em encontrar-se com a mulher cujo o nome nem se lembrava mais
Ele desculpou-se e foi embora assim que o garçom distribuiu os cardápios dos doces, pela manhã ele teria de telefonar para Janice e pedir desculpas pelo jeito indelicado e tentar agradá-la
Tudo que Arthur queria era chegar em casa adimitiu para si mesmo quando entrou no enorme corredor sombrio e calmamente fechou a porta sem a costumeira energia ilimitada, nunca se sentira daquela forma antes, o lar era uma conveniência passava mais tempo fora de casa do que lá
E agora ele queimava, impaciente tirou o paletó e o arremessou na direção de uma cadeira, errou o alvo, deixou lá e um instinto que não conseguiu controlar ele não preocupou-se em examinar o lugar a procura de Lua, ergueu a cabeça e chamou por ela, mas a voz dele saiu esganiçada, a garganta estava aspera e inflamada, pegando fogo
Franzindo a sombrancelhas, ele cedeu ao inevitável e começou a subir as escadas devagar, teria que procura-la, do jeito que se sentia, quente depois frio, com dores em todo o corpo, as pernas trêmulas, sabia que estava adoecendo, isso nunca acontecia!
Parou do lado da suíte de Lua para recuperar o fôlego, então sentiu o corpo todo gelar e não era sintomas do que estava tendo.....
#CONTINUA
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Não me deixa curiosa, posta hoje!
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