29 maio 2013

Beleza Revelada Cap.34










Porque....do jeito que estava vestida quando não usava o disfarce de empregada significava que algum homem iria fazer-lhe companhia, levá-la embora, e então onde ele ficaria? perderia tempo procurando outra empregada para substitui-la

Aliviado por ter encontrado uma reação lógica à própria atitude, as mãos dele relaxaram,voltando a pegar o copo,a voz suave para evitar sobre a ordem de cancelar o compromisso

-Teve a maior da semana para fazer suas coisas, mas estou de volta agora e espero que tudo corra como antes

Que significava isso? Lua assumiu uma atitude rígida, ele pensava que ela estivesse à mão sempre esperando ansiosa que o patrão pedisse algo? dissese o que fazer e o que não fazer? às vezes queria bater nele!

Reprimindo a correnteza de emoções que ameaçara jorrar e sufucá-lo com desdém, ela empurrou a cadeira para trás e informou que o que espera era dignidade

-Não há nada para cancelar, e se não vai pedir mais nada, Boa Noite! - sem olhar para o patrão dirigiu-se à porta, pegando os sapatos que estavam à porta no cantinho, parando para finalizar o comentário com uma palavrinha rebelde - Senhor!


Tempos Depois


-Nem pense nisso! - Lua disse curvando-se para colocar a tigela de leite com cereais e torrada integral na frente de Arthur - É bom para o senhor!

Arthur sentiu um violento tremor, nada a ver com o desjejum que ela servira essa manhã, de fato começara a desenvolver o gosto por aquilo, contudo, sempre encontrava algo a dizer sobre os cereais toda vez que ela decidia servir-lhe isso, somente para irritá-la, e ganhar uma das pequenas broncas que o faziam sorrir e culminavam com um pequeno acesso de raiva e impaciência de Lua

Sempre honesto consigo mesmo ele não tinha outra escolha a não ser admitir que a reação dele tinha tudo a ver com os seios dela, que pareciam deliciosos melões maduros encaixotados em algo azul, sedoso e justo, o profundo decote em V dava uma vaga ideia, tentadora, do vale existente quando a empregada curvou-se para servi-lo, o perfume suave que ela usava fez a cabeça dele rodopiar

Arthur acordara convencido que Lua, a jovem gorda e baixa, mal vestida, transformada em uma mulher desejável tinha sido apenas imaginação, um sonho, mais agora a mudança estava sendo gravada no olhar dele

Ela endireitou-se segurando a bandeja vazia contra os quadris com curvas sob um tecido azul escuro, a cor era a unica cor sóbria com relação á saia justa e curta o suficiente para revelar pernas torneadas e tornozelos elegantes


Os olhos dele voltaram-se devagar ao local onde a blusa de seda, que ela usava, estava ajustada de maneira exata à cintura fina, depois aos seios fartos, ao longo pescoço e ao rosto gracioso, Arthur encontrou os surpreendentes olhos Verdes propícios para neles se afogar, sentiu o desejo quente e forte provoca-lo, desviou o olhar na direção do bule de café....

Só posto o próximo com comentários ok?

4 comentários: